Vento que acendes do áspero cimento
Vento que acendes do áspero cimento
não mais que ténues limites pelas ruas
corpos que cruzam as amplas esplanadas
Persistes recalque da luz que desbrava
remexendo algures a apócrifa essência
entre o verde incólume do exacto plástico
Submergir até que a cabeça insufle
aguardar o pó principiar um nome
adivinhar longe ninguém que passa
joão bentes

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