logo

22/05/2008

Vento que acendes do áspero cimento

Arquivado em: poemas

Vento que acendes do áspero cimento
não mais que ténues limites pelas ruas
corpos que cruzam as amplas esplanadas

Persistes recalque da luz que desbrava
remexendo algures a apócrifa essência
entre o verde incólume do exacto plástico

Submergir até que a cabeça insufle
aguardar o pó principiar um nome
adivinhar longe ninguém que passa

joão bentes

Comentários »

The URI to TrackBack this entry is: http://sulscrito.blogsome.com/2008/05/22/vento-que-acendes-do-aspero-cimento/trackback/

Ainda não há comentários.

RSS feed for comments on this post.

Deixe um comentário

Line and paragraph breaks automatic, e-mail address never displayed, HTML allowed: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <code> <em> <i> <strike> <strong>



Anti-spam measure: please retype the above text into the box provided.











































Get free blog up and running in minutes with Blogsome
Theme designed by Hadley Wickham