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28/09/2008

bicicletas

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Acaba de ser publicado na fundação velocipédicauma cena da peça: “prometeu amarrado a uma bomba (de gasolina)” - poema dramático de m. a. sousa - luz de tavira, 2008.

AQUI

crítica (2)

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Apanhado na rede: a leitura de manuel. a. domingos sobre o livro Ainda Aqui Este Lugar, de Pedro Afonso.

27/09/2008

crítica

Arquivado em: ecos

Apanhado na rede: Ainda Aqui Este Lugar, livro de Pedro Afonso, lido pelo Henrique Fialho. No Volumen

26/09/2008

da pulhice

A maior derrota, em tudo, é esquecer, sobretudo aquilo que nos trouxe a morte, e morrer depois sem nunca termos chegado a compreender até que ponto pode ir a pulhice humana. E quando estivermos de pés para a cova, de nada nos vale armar em espertos. Não devemos porém esquecer. Ao contrário, devemos contar tudo sem omitir palavra, a respeito do que de mais perverso encontrámos no homem, e só então pôr de lado o cigarro e descer. É coisa que vale pelos trabalhos de uma vida inteira.

Céline, viagem ao fim da noite, Editora Ulisseia, 2ª edição 1983 (tradução de Aníbal Fernandes).

A pulhice merece pouco de nós quando é cobarde e anónima, mas não que a esqueçamos, sr. josé anónimo dos comentários deste post.

Pedro Afonso

24/09/2008

na imprensa

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Amanhã, 5ª feira, no suplemento de artes do Postal do Algarve, uma entrevista com Pedro Afonso e um texto do Miguel Godinho sobre o ainda aqui este lugar.

sexo entre mentiras no mercado espanhol

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Apanhado na rede: o livro Sexo entre Mentiras já está disponível no site da editora Baile del Sol.

21/09/2008

apresentações em Faro

Imagens das apresentações de dia 13, no Pátio de Letras, em Faro. Pelo Adão Contreiras, mais uma vez.

20/09/2008

Revistas a sul

Revistas a sul vistas pelo Henrique Fialho. AQUI.

18/09/2008

nas bancas

Arquivado em: divulgação, recomenda-se

Já estão à venda na livraria Pátio de Letras, em Faro, todos os livros da COLECÇÃO DE POESIA PALAVRA IBÉRICA, assim como a Revista Sulscrito e o ainda aqui este lugar, de Pedro Afonso, editado este Agosto pela 4águas.

15/09/2008

o novo e a emergência (II)

A discussão que começou com o tal artigo do Ipsilon, acerca da “nova poesia”, continua. O HMBF escreveu mais 2 posts acerca do assunto, AQUI e AQUI, e a coisa vai, parece-me, com a preciosa ajuda dos comentários, apurando-se.

Que haverá, mais tarde ou mais cedo, uma nova geração de poesia portuguesa, não parece haver dúvidas e acerca disso, dessa possibilidade, não creio que haja muito mais gente a querer discutir - para já; já todos perceberam que se trata apenas de ansiedade que convém controlar, chegará o tempo para isso.

A geração dos 80’s creio que está defendida (se é que necessitava de algo mais do que a sua auto-defesa), aqueles que a punham em causa, quero acreditar, foi por pura distracção.

Onde me parece que se está quase a chegar é a uma questão que será muito interessante, a qual o Luís Filipe Cristóvão aflora já num dos comentários no blog do Henrique: e que será a seguinte: “Como é (são) a(s) cena(s) literárias de agora?”. A crítica: qual é, onde está, como é; o “meio literário”; as possibilidades de convivência e contactos entre os poetas.

Há muito aonde ir. Ainda bem que se chegou aqui.

Pedro Afonso

o novo e a emergência

Outra visão acerca da questão da “nova geração de poetas”, AQUI.

13/09/2008

Relembramos

Esta noite, em Faro: ESTE evento.

Há uma nova geração de poetas portugueses do século XXI?

O artigo de Luís Miguel Queirós que saíu no Ípsilon do Público da passada 6ª feira - ao qual se faz referência no post anterior e nos respectivos comentários - já vai criando reacções nalguns blogs que nos habituram a discutir a poesia:

AQUI, o Henrique Filaho (com comentários do autor do artigo do Ípsilon) e AQUI, o Luís Filipe Cristóvão, poeta e editor.

Vale a pena ler, assim como o artigo do jornal.

A minha opinião fica, de forma breve, no 2º comentário do post anterior, mas fico sempre com a impressão de que é algo dramático o apontar para “novas gerações” quando estas estão, ainda, em estados embrionários. Como diz o Luís F. Cristóvão: “o novo, para o ser realmente, precisa de tempo para envelhecer”.
Mas é interessante que se levante a questão.

Pedro

12/09/2008

sulscrito

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No tema de capa do suplemento Ípsilon do jornal Público, dedicado à poesia portuguesa, o Sulscrito aparece citado no contexto das revistas de poesia.

04/09/2008

espaço à poesia

Arquivado em: divulgação

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