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Acaba de ser publicado na fundação velocipédicauma cena da peça: “prometeu amarrado a uma bomba (de gasolina)” - poema dramático de m. a. sousa - luz de tavira, 2008.
Acaba de ser publicado na fundação velocipédicauma cena da peça: “prometeu amarrado a uma bomba (de gasolina)” - poema dramático de m. a. sousa - luz de tavira, 2008.
Apanhado na rede: a leitura de manuel. a. domingos sobre o livro Ainda Aqui Este Lugar, de Pedro Afonso.
Apanhado na rede: Ainda Aqui Este Lugar, livro de Pedro Afonso, lido pelo Henrique Fialho. No Volumen
A maior derrota, em tudo, é esquecer, sobretudo aquilo que nos trouxe a morte, e morrer depois sem nunca termos chegado a compreender até que ponto pode ir a pulhice humana. E quando estivermos de pés para a cova, de nada nos vale armar em espertos. Não devemos porém esquecer. Ao contrário, devemos contar tudo sem omitir palavra, a respeito do que de mais perverso encontrámos no homem, e só então pôr de lado o cigarro e descer. É coisa que vale pelos trabalhos de uma vida inteira.
Céline, viagem ao fim da noite, Editora Ulisseia, 2ª edição 1983 (tradução de Aníbal Fernandes).
A pulhice merece pouco de nós quando é cobarde e anónima, mas não que a esqueçamos, sr. josé anónimo dos comentários deste post.
Amanhã, 5ª feira, no suplemento de artes do Postal do Algarve, uma entrevista com Pedro Afonso e um texto do Miguel Godinho sobre o ainda aqui este lugar.
Apanhado na rede: o livro Sexo entre Mentiras já está disponível no site da editora Baile del Sol.
Imagens das apresentações de dia 13, no Pátio de Letras, em Faro. Pelo Adão Contreiras, mais uma vez.
Já estão à venda na livraria Pátio de Letras, em Faro, todos os livros da COLECÇÃO DE POESIA PALAVRA IBÉRICA, assim como a Revista Sulscrito e o ainda aqui este lugar, de Pedro Afonso, editado este Agosto pela 4águas.
A discussão que começou com o tal artigo do Ipsilon, acerca da “nova poesia”, continua. O HMBF escreveu mais 2 posts acerca do assunto, AQUI e AQUI, e a coisa vai, parece-me, com a preciosa ajuda dos comentários, apurando-se.
Que haverá, mais tarde ou mais cedo, uma nova geração de poesia portuguesa, não parece haver dúvidas e acerca disso, dessa possibilidade, não creio que haja muito mais gente a querer discutir - para já; já todos perceberam que se trata apenas de ansiedade que convém controlar, chegará o tempo para isso.
A geração dos 80’s creio que está defendida (se é que necessitava de algo mais do que a sua auto-defesa), aqueles que a punham em causa, quero acreditar, foi por pura distracção.
Onde me parece que se está quase a chegar é a uma questão que será muito interessante, a qual o Luís Filipe Cristóvão aflora já num dos comentários no blog do Henrique: e que será a seguinte: “Como é (são) a(s) cena(s) literárias de agora?”. A crítica: qual é, onde está, como é; o “meio literário”; as possibilidades de convivência e contactos entre os poetas.
Há muito aonde ir. Ainda bem que se chegou aqui.
Outra visão acerca da questão da “nova geração de poetas”, AQUI.
O artigo de Luís Miguel Queirós que saíu no Ípsilon do Público da passada 6ª feira - ao qual se faz referência no post anterior e nos respectivos comentários - já vai criando reacções nalguns blogs que nos habituram a discutir a poesia:
AQUI, o Henrique Filaho (com comentários do autor do artigo do Ípsilon) e AQUI, o Luís Filipe Cristóvão, poeta e editor.
Vale a pena ler, assim como o artigo do jornal.
A minha opinião fica, de forma breve, no 2º comentário do post anterior, mas fico sempre com a impressão de que é algo dramático o apontar para “novas gerações” quando estas estão, ainda, em estados embrionários. Como diz o Luís F. Cristóvão: “o novo, para o ser realmente, precisa de tempo para envelhecer”.
Mas é interessante que se levante a questão.
No tema de capa do suplemento Ípsilon do jornal Público, dedicado à poesia portuguesa, o Sulscrito aparece citado no contexto das revistas de poesia.
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