Há uma nova geração de poetas portugueses do século XXI?
O artigo de Luís Miguel Queirós que saíu no Ípsilon do Público da passada 6ª feira - ao qual se faz referência no post anterior e nos respectivos comentários - já vai criando reacções nalguns blogs que nos habituram a discutir a poesia:
AQUI, o Henrique Filaho (com comentários do autor do artigo do Ípsilon) e AQUI, o Luís Filipe Cristóvão, poeta e editor.
Vale a pena ler, assim como o artigo do jornal.
A minha opinião fica, de forma breve, no 2º comentário do post anterior, mas fico sempre com a impressão de que é algo dramático o apontar para “novas gerações” quando estas estão, ainda, em estados embrionários. Como diz o Luís F. Cristóvão: “o novo, para o ser realmente, precisa de tempo para envelhecer”.
Mas é interessante que se levante a questão.

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