a pele
Poesia visual, por Adão Contreiras.
manuel a. sousa performativo. Pátio de Letras, Faro. O filme
Imagens das apresentações de dia 13, no Pátio de Letras, em Faro. Pelo Adão Contreiras, mais uma vez.
A discussão que começou com o tal artigo do Ipsilon, acerca da “nova poesia”, continua. O HMBF escreveu mais 2 posts acerca do assunto, AQUI e AQUI, e a coisa vai, parece-me, com a preciosa ajuda dos comentários, apurando-se.
Que haverá, mais tarde ou mais cedo, uma nova geração de poesia portuguesa, não parece haver dúvidas e acerca disso, dessa possibilidade, não creio que haja muito mais gente a querer discutir - para já; já todos perceberam que se trata apenas de ansiedade que convém controlar, chegará o tempo para isso.
A geração dos 80’s creio que está defendida (se é que necessitava de algo mais do que a sua auto-defesa), aqueles que a punham em causa, quero acreditar, foi por pura distracção.
Onde me parece que se está quase a chegar é a uma questão que será muito interessante, a qual o Luís Filipe Cristóvão aflora já num dos comentários no blog do Henrique: e que será a seguinte: “Como é (são) a(s) cena(s) literárias de agora?”. A crítica: qual é, onde está, como é; o “meio literário”; as possibilidades de convivência e contactos entre os poetas.
Há muito aonde ir. Ainda bem que se chegou aqui.
Outra visão acerca da questão da “nova geração de poetas”, AQUI.
O artigo de Luís Miguel Queirós que saíu no Ípsilon do Público da passada 6ª feira - ao qual se faz referência no post anterior e nos respectivos comentários - já vai criando reacções nalguns blogs que nos habituram a discutir a poesia:
AQUI, o Henrique Filaho (com comentários do autor do artigo do Ípsilon) e AQUI, o Luís Filipe Cristóvão, poeta e editor.
Vale a pena ler, assim como o artigo do jornal.
A minha opinião fica, de forma breve, no 2º comentário do post anterior, mas fico sempre com a impressão de que é algo dramático o apontar para “novas gerações” quando estas estão, ainda, em estados embrionários. Como diz o Luís F. Cristóvão: “o novo, para o ser realmente, precisa de tempo para envelhecer”.
Mas é interessante que se levante a questão.
Escritores do Algarve, Andaluzia e Canárias na Feira do Livro de Faro, uma organização Sulscrito e Baile Del Sol.
O Adão esteve lá e filmou.
ontem à noite chovia. cantei as ruas todas da cidade. cheguei a casa um pingo. caído.
Apanhado na rede: performance do Sulscrito no Café Aliança.
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