o novo e a emergência (II)
A discussão que começou com o tal artigo do Ipsilon, acerca da “nova poesia”, continua. O HMBF escreveu mais 2 posts acerca do assunto, AQUI e AQUI, e a coisa vai, parece-me, com a preciosa ajuda dos comentários, apurando-se.
Que haverá, mais tarde ou mais cedo, uma nova geração de poesia portuguesa, não parece haver dúvidas e acerca disso, dessa possibilidade, não creio que haja muito mais gente a querer discutir - para já; já todos perceberam que se trata apenas de ansiedade que convém controlar, chegará o tempo para isso.
A geração dos 80’s creio que está defendida (se é que necessitava de algo mais do que a sua auto-defesa), aqueles que a punham em causa, quero acreditar, foi por pura distracção.
Onde me parece que se está quase a chegar é a uma questão que será muito interessante, a qual o Luís Filipe Cristóvão aflora já num dos comentários no blog do Henrique: e que será a seguinte: “Como é (são) a(s) cena(s) literárias de agora?”. A crítica: qual é, onde está, como é; o “meio literário”; as possibilidades de convivência e contactos entre os poetas.
Há muito aonde ir. Ainda bem que se chegou aqui.

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