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13/06/2008

à volta da mesa

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Apanhado na rede: Silvia Chueire em Bela Mandil. Na outra Margem.

fep

16/05/2008

ainda o edita 2008

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umas quantas fotografias, aqui.

14/05/2008

palavras na mesa

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Apanhado na rede: jantar de despedida do brasileiro Valdir Rodrigues no Chalé de Bela Mandil. Ver o filme e seguir as imagens.

fep

07/05/2008

micro relato edita08

A máquina devorou o cartão e por pouco não devorava o Fernando. Consegui agarrá-lo por uma perna e afugentar a máquina com um crucifixo.

Masquei umas folhas que se encontravam sobre a revista colombiana, que partilhava o mesmo posto de venda com o Sulscrito. Não deu para perceber muito bem.

Acho que a Jose Cuervo (oro) é a que melhora de forma significativa a minha pronúncia, especialmente a partir do terceiro copo. Mas a Cruzcampo também funciona.

Isto está bom é para eles, segundo dizem. E se está bom não leva sal.

joão bentes

06/05/2008

Edita (por aí) 2008

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Bicicleta

Mandrágora

BigOde

Canto Escuro

Uberto Stabile

23/03/2008

Mais Poesia Lida no Palavra Ibérica

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(selecção e vídeo de Adão Contreiras)

19/03/2008

Palavra Ibérica - poesia dita

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Mesa de poetas “En Femenino Plural”.
Poesia de Maria Gomez, Magarida Vale de Gato, Rosario Cabaña, Josefa Virella e Diana Almeida, dita pelas próprias (excepto a Margarida V. Gato, de quem os poemas foram lidos pela Diana Almeida):

Palavra Ibérica - imagens

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Mais imagens do Palavra Ibérica, via Adão Contreiras.

Mesa com os directores dos encontros “Correntes D’escrita” (Manuela Ribeiro) e “Voces del Extremo” (Antonio Orihuela) e a apresentação do livro “Pequena Antologia para o Corpo” de Luís Filipe Cristóvão:

17/03/2008

poesia dita no chalé João Lúcio (2)

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*

oh meu algarve
pareces manter
ainda assim
uma tendência incorruptível de azul
como céu
ainda
esse rasgão de cor
que nos ultrapassa
ainda sim
ainda por agora

de resto
oh meu algarve
és uma nódoa indelével
na conspurcada toalha
que é esta
que nos estenderam
no máximo como país

mais uma
oh meu algarve
mais uma nódoa
do que caiu da sobra da boca
de quem não olha ao que devora

oh me algarve
frúnculo de alcatrão e cimento
que calado rebenta
em areias de pus para um mar
que já não lava

de pernas abertas à invasão sazonal
que nunca te poupa
porque és barato e sem sentido
oh meu algarve
atravessam-te sem nunca olhar
o rosto que outrora tiveste
nem os rios te choram já
serras abaixo
restam-te as calçadas
peganhentas de cerveja
como lágrimas que se cristalizaram
sob os pés da indiferença

oh meu algarve
nem te lubrificaram na sodomização
e na dor silenciosa do teu corpo
fugiu-te a esperança e o grito
resta-te agora apodrecer
secar
nódoa desbotada
ao sol
que te dá a conhecer

*

venham
venham todos
besuntados de bronzeador
embandeirados de guarda-sóis
como que para reclamar
um pedaço de terra virgem
venham para o algarve no verão

venham todos
de corpos gordos e pendurados
da mamagem dos dias
de corpos esbeltos e magros
da labuta no ginásio
venham
para esse algarve de areia e mar
e de céu azul

venham todos
para a colónia de férias barata
para o aparthotel de segunda
para a casa a 1000€ a quinzena
ou para o resort de 25 estrelas
venham

venham todos
de inglaterra ou da holanda
da irlanda ou da alemanha
de lisboa ou do porto
de olhos vendados até ao quarto
que vos espera junto à praia
venham

temos muita cerveja e melancia
muita luz e noites quentes
muita areia e muita água
temos bares e discotecas
para os de primeira ou de segunda
até já temos música erudita
e festivais de tudo um pouco
graças a um “L” a mais no nome

venham venham todos
para o ano haverá mais
apartamentos para alugar
e rouba-se um pouco à praia
que a areia
essa
ainda não é a pagar
venham venham todos
entupam as estradas e o estacionamento
amontoem-se nas praias e nas piscinas

venham venham
venham comer o frango da guia
ou provar a amêijoa da ria
assar sardinha de espanha
e beber sumo de laranja prá ressaca
temos putas e camarão
tudo pago a meio tostão
para quem vier de cima

“temos palhaços e acrobatas”
experts em golfe e salva-vidas
no verão sabemos fazer
de tudo por vocês
falamos todas as línguas
pelos cotovelos

venham venham todos
não se acanhem
deixem cá um ordenado por semana
que isto pró ano estará tudo igual

Pedro Afonso

16/03/2008

Palavra Ibérica - Imagens (2)

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Mais videos do Palavra Ibérica 2008 da autoria do Adão Contreiras:

apresentação dos livros vencedores do prémio de poesia.

alguma poesia dita à noite pelos autores participantes:

Eladio Orta e Golgona Anghel.

Elisa York, Fernando Esteves Pinto, Tiago Nené e João Bentes.

12/03/2008

Palavra Ibérica - imagens

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Imagens do Palavra.

11/03/2008

vozes ibéricas

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Apanhado na rede: mais duas vozes do encontro palavra ibérica.

27/02/2008

Allgarve 2008 ‘

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4 milhões…

19/02/2008

apanhado na rede

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ainda o ESPAÇO

20/01/2008

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Apanhado na rede: informação sobre o Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica.

12/12/2007

Para tentar concluir

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Obviamente há um erro no poema. Demasiado evidente é a questão. Surgem-me duas possibilidades para o erro. Primeira: depois de ler do que foi comentado o que interessa, chego às palavras de Pedro Sousa, onde menciona “uma forma de segunda pessoa do singular advinda do uso oral da mesma”. Pois bem, o poema fala de memória, de remoto desconforto provocado por ela; é nesta leitura que lhe encontro sentido. No lugar onde vivo, desde que nasci, é rara a pessoa que não emprega oralmente o “ouvistes”, o “fostes tu”, e tal, suponho, não será endémico da Praia de Faro. Onde quero chegar é a reminiscência, a forma de subconsciente, mas nunca inconsciente, pois considero a escrita um acto voluntário (mesmo sendo de fruição imprevisível), e tudo isto tem a ver com o poema. Segunda: um erro na gramática que põe em evidência a falta de depuração. Sem alterar o objecto, a eliminação dos pronomes na primeira estrofe permite força semelhante no poema:

Dissestes puros os regatos da insónia
limpas e férteis clamastes as lamas do outro tempo
quando um pouco de nada calava a fome

Agora vazas as tuas horas entre caminhos gastos
colhes da água turva certos demónios de sal
dobrando a sombra dos peixes na tua memória

A diferença entre as duas estrofes leva-me ao seguinte: num primeiro instante acentua-se um distanciamento, e depois, por uma certa intimidade, conduz à sensação de perda de uma condição de respeito; daí o tom de resignação que lhe vejo, ou até mesmo de condenação.

Penso que a origem do erro estará nas duas possibilidades. Dominar a gramática não faz de alguém poeta. Ser poeta não é dominar a gramática.

Resta-me agradecer a quem foi (des)construtivo e a quem não o foi também. Errar é preciso, não tenho disso receio, e logo não me posso lamentar, embora me aborreça pela minha precipitação. Aprender do erro é como ir ao mar: quem não lá vai não pesca nada, e para pescar alguma coisa é preciso ir lá algumas vezes.

João Bentes

14/08/2007

divulgação

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Apanhado na rede. A revista Sulscrito no México - Arturo accio.

13/08/2007

Apresentação da revista Sulscrito

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Apanhado na rede. Apresentação da revista Sulscrito na feira do livro de faro.

08/08/2007

Sulscrito

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Apanhado na rede: Sulscrito na feira do livro de Faro.

14/05/2007

escrever

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Apanhado na rede. Entrevista de Sandra Martins no Cultura, Arte & Literatura.

09/05/2007

o que se escreve sobre o EDITA

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Apanhado na rede.

03/05/2007

edita

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O XIV Encontro Internacional de Editores Independentes (EDITA) decorreu entre os dias 27 e 30 de Abril em Punta Umbría – Huelva. O Sulscrito esteve mais uma vez presente para a apresentação dos vários projectos que tem vindo a desenvolver na área da literatura. O EDITA tem-se constituído como uma plataforma de projecção para dar a conhecer pequenas e médias editoras de toda a Espanha, e com representações editoriais do México, Chile, Cuba, Puerto Rico, Brasil, Peru e Portugal. Este ano a editora Livrododia (Luís Filipe Cristóvão) fez a sua estreia no encontro. A Livrododia é parceira editorial na colecção de poesia de autores hispano-lusos “Palavra Ibérica”. Já com dois livros publicados em Espanha de autores portugueses (Luís Ene e José Carlos Barros), a colecção vai crescendo e está previsto a publicação do nº 3 da colecção em Portugal (autor: Uberto Stabile), a sair em Maio pela Livrododia.
Os autores presentes do Sulscrito (João Bentes e Fernando E. Pinto) trouxeram do EDITA propostas de edição de duas editoras ( Guadalajara, México e Zaragoza, Espanha) que mostraram interesse em divulgar a literatura portuguesa nos respectivos países.
A representar Portugal, além do Sulscrito (Faro) e Livrododia Editores (Torres Vedras), estiveram presentes a Mandrágora (Cascais) e Bíblia (Lisboa). Tiago Gomes, mais um sulscrito integrado no nosso meio. Espero que para o próximo ano a representação portuguesa seja mais vasta. Os interessados podem contactar o Sulscrito ou através do meu contacto pessoal para pedirem informações sobre o EDITA e eventual participação.
Durante o encontro realiza-se uma feira do livro com publicações de todas as editoras participantes.
Desde 1995 que participo no EDITA. Os resultados têm sido progressivos. A prova está que assinei um contrato de edição com uma importante editora espanhola para a publicação do “Sexo Entre Mentiras”. O livro já está traduzido e sairá até ao final deste ano. Em conversa com José Luís Piquero, companheiro desde alguns encontros, fiquei a saber que a editora tem uma presença forte no meio editorial e uma distribuição eficaz.

Em Espanha é assim. Em Portugal, também sei como é. Por mim, não me importo nada de continuar por espanha.

fernando esteves pinto

16/04/2007

Oh meu escravo secretário

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Oh meu escravo secretário
meu absurdo pau de giz
que vives nas cidades

É teu trágico remorso
a lacuna do teu ódio
reprimido

Olha em tua volta os cravos
personagem típica de telenovela
ardidos ardidos ardidos

Desejo-te lá no fundo
um cancro no esófago
maligno

Cago ainda na revolução
regozijo na felicidade
de vêr-vos todos fuzilados

[A Guerrilha Urbana]

02/04/2007

notícias

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Apanhado na rede.

28/03/2007

informação

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Apanhado na rede.
Na foto, da esquerda para a direita: Uberto Stabile; María sacramento; José Carlos Barros; Fernando Esteves Pinto e Carla Nobre.

20/03/2007

conflito

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Apanhado na rede.

19/03/2007

poema

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Apanhado na rede.

08/03/2007

comunicação & verso

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Muito se perde na virtualidade.
O papel demora, mas existe.

in pedro afonso

16/01/2007

Literatura

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O vento dos poemas
estremece
a página.

Luís Ene

03/01/2007

Despir e vestir

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Um texto é uma forma de se despir um assunto, diz o Miguel Godinho, e eu não podia estar mais de acordo. No entanto, estou convencido que para a grande maioria (escrever) um texto é (apenas) uma forma de se apresentar um assunto.

Luís Ene

24/12/2006

escrever amar

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Escreverei enquanto amar,
enquanto a luz do teu olhar
der sentido à minha escrita. —>











































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